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Exames

Endoscopia Digestiva Alta

A endoscopia é um exame realizado através de um aparelho específico em forma de tubo que permite a visualização interna do trato digestivo alto (esôfago, estômago e duodeno). O procedimento requer jejum de alimentos sólidos por 8 horas prévias ao exame. Normalmente, é realizado sob sedação, de forma que o paciente não sinta dor ou desconforto. Este exame também permite a realização de procedimentos, quais sejam: biópsias, controle de sangramentos, ressecção de lesões neoplásicas ou pré-neoplásicas, retirada de corpos estranhos, dilatação de estenoses, etc.

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Colonoscopia

A colonoscopia é o exame endoscópico que avalia reto, intestino grosso e porção final do intestino delgado (íleo terminal). Este exame permite diagnóstico e o tratamento de uma grande gama de doenças como condições inflamatórias, hemorrágicas, pré-neoplásicas ou neoplásicas. Atualmente, está indicada em pacientes assintomáticos acima de 50 anos ou antes caso apresentem antecedentes familiares de neoplasia colorretal. É o principal exame de rastreio e comprovadamente ajuda a prevenir o câncer do cólon e do reto através da identificação e retirada de lesões precursoras (os pólipos adenomatosos). Exige um jejum de 8 horas para sólidos e 4 horas para líquidos, além de um preparo intestinal específico que envolve dieta pobre em fibras por alguns dias e ingesta de laxativos próximo ao exame.

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Ecoendoscopia

A ecoendoscopia é um procedimento diagnóstico que associa ultrassom ao aparelho de endoscopia. Assim, é possível realizar um exame preciso e específico dos órgãos circunjacentes ao trato digestivo alta. Especificamente, permite exame completo do pâncreas, da via biliar extra-hepática, e de lesões supepiteliais além da obtenção de biópsias (punção por agulha fina) dessas regiões que são difícil acesso por outras vias. Por fim, permite também o estadiamento adequado de neoplasias precoces do trata intestinal alto, evitando-se assim tratamentos eventualmente desnecessários.

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Manometria

O estudo manométrico do esôfago tem como objetivo avaliar a atividade motora do órgão e a funcionalidade dos seus esfíncteres por meio da análise das pressões intraluminares da região estudada. Os pacientes são orientados a suspender, nos 3 dias que antecederem o exame, o eventual uso de medicação que possa interferir com as medidas pressóricas (procinéticos, anticolinérgicos e relaxantes de musculatura). Após o período mínimo de jejum de 6 horas, são submetidos, em regime ambulatorial, a anestesia local de uma das narinas, nasofaringe e orofaringe por meio de aplicação de lidocaína a 2%, na forma de gel, aspirada pelo próprio paciente. A seguir, por via nasal, é introduzido um cateter de silicone que possui 8 canais de captação de pressão esofágica; quatro canais são dispostos ao mesmo nível (na extremidade distal) de modo radial, e outros quatro ao longo do cateter a cada 5 cm. O paciente permanece na clínica durante o exame, que dura cerca de 10 minutos. Após término, a sonda é retirada com mínimo desconforto. Este exame fornece importantes informações sobre as contrações esofágicas e permite avaliação precisa dos distúrbios de motilidade esofágica como Doença do Refluxo e Megaesôfago.

Colangiopancreatografia Retrógrada Endoscópica (CPRE)

A CPRE é um procedimento minimamente invasivo que permite o tratamento endoscópico de diversas doenças do trato biliar e pancreático. É realizado sob sedação ou anestesia geral, de forma que paciente não sinta dor ou desconforto. Realiza-se o acesso retrógrado (“de baixo para cima”) por endoscopia do ducto biliar principal e a partir de então injeta-se um meio de contraste que permite estudar com clareza toda a via biliar. Então, por meio de acessórios específicos, é possível tratar a causa da doença (como retirada de pedras/cálculos) ou eventualmente realizar a drenagem interna da bile utilizando-se uma prótese. O mesmo procedimento permite também tratamento de algumas doenças do pâncreas. Atualmente, é restrita à terapêutica/tratamento de doenças, de forma que tem pouco papel no diagnóstico das doenças biliopancreáticas.

pHmetria Esofágica

O estudo de pHmetria Esofágica tem por objetivo principal avaliar a presença do refluxo ácido gástrico para o esôfago distal. Avalia também a intensidade de acidez e o tempo de exposição do esôfago ao ácido gástrico. O método tem sensibilidade elevada, sendo considerado por alguns autores como padrão-ouro para diagnósticos do refluxo gastroesofágico. Fornece informações adicionais que, somadas à avaliação clínica e exame de endoscopia, permitem um diagnóstico preciso e estadiamento da gravidade de doença do Refluxo Gastroesofágico.

Impedâncio-Phmetria

A impedância intraluminal esofágica é um método diagnóstico que registra o fluxo retrógrado de conteúdo gástrico, independente de seu pH. Quando combinado com pHmetria (Impedâncio-pHmetria), permite detectar o Refluxo Gastroesofágico (RGE) ácido e “não-ácido”. Portanto, permite definir se um sintoma é relacionado com refluxo ácido, relacionado com refluxo “não-ácido”, ou não relacionado com refluxo. Além disso, a Impedâncio-pHmetria permite caracterizar o RGE quanto à sua composição (líquido, gasoso ou líquido-gasoso) e identificar o nível do refluxo no esôfago. Essas informações são de suma importância para definição do tratamento da doença, dado que frequentemente os refluxos “não-ácidos” e gasosos não respondem bem à supressão ácida com medicações inibidores de bomba de prótons (pe. Omeprazol).

Capsula endoscópia

A cápsula endoscópica é a modalidade normalmente mais indicada para a investigação minimamente invasiva do intestino delgado, que é de difícil acesso pela Endoscopia Digestiva Alta e pela Colonoscopia.